“A rádio que temos” é um blogue de João Paulo Meneses, de apoio ao trabalho escrito do 2º ano do doutoramento em comunicação na Universidade de Vigo. Pretende identificar a rádio portuguesa e, já agora, opô-la, a nível de formatos, à rádio de alguma Europa.

A resposta tecnológica da rádio no pós guerra

September 4, 2005

FAUS BELAU, A. La radio. Introducción a un medio desconocido, Latina Universitária, Madrid, 2ª ed., 1981, pág. 83: “(…) el hecho que técnico que revoluciono la radio en los años de los posguerra fue la aparición del magnetófono (…)”; “La generalización de este procedimiento dio lugar a un buen número de câmbios en la estructura de trabajo de las emisoras, y principalmente de las cadenas radiofónicas”. Ao magnetofone junta-se pouco tempo depois (1948), o disco em vinil de 78 rotações, já com mais facilidade de gravação e reprodução. E como lembra Marti i Marti mais três contribuições tecnológicas surgem naquela altura para tentar tirar a rádio da crise de identidade em que se encontra: a aplicação de pilhas nos receptores, o desenvolvimento do FM e a invenção do transístor (Modelos de Programacion… 21). Sem grande sucesso, segundo este autor: “Los avances tecnológicos no conseguierion disimular una profunda crisis de identidad del discurso radiofónico, que no podía ya vincularse solamente a la excepcionalidad informativa de la guerra” (pág. 21)

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