A ausência de cadeias nacionais
Uma das características da rádio portuguesa é que, ao contrário do que acontece com a generalidade da rádio na Europa ou nos Estados Unidos, não existem cadeias de rádios associadas.
Seja porque não existe dimensão geográfica ou indústria radiofónicaque o justifique, seja pela falta de uma regionalização politico-administrativa, seja, finalmente, porque a lei não o permite verdadeiramente, a verdade é que faltam soluções de associação, em que “la personalidad de la emisora se manifiesta con diversas programaciones pero dentro de unos planteamientos coherentes. Esto obliga a que cada canal tenga su propia identidad suficientemente diferenciada de los demás. Se ofrecen programaciones variadas y complementarias, pero nunca competitivas entre sí” (Cebrián Herreros, M. (1994). Información radiofónica. Mediación técnica, tratamiento y programación. Madrid: Síntesis, pág. 420).
