“A rádio que temos” é um blogue de João Paulo Meneses, de apoio ao trabalho escrito do 2º ano do doutoramento em comunicação na Universidade de Vigo. Pretende identificar a rádio portuguesa e, já agora, opô-la, a nível de formatos, à rádio de alguma Europa.

Acerto terminológico

November 17, 2005

Não confundir narrowcasting, como sinónimo de afunilamento de opções (que é o que tem sido usado aqui), e narrowcasting como sinónimo de público-alvo muito bem definido (são conceitos semelhantes mas não… sinónimos)

Já agora: se a rádio começou a emitir em broad casting, o estreitar de públicos tem como consequência o narrow… casting!

O microcasting

Os formatos do futuro tendem a ser ainda mais especializados e dirigidos do que as da actualidade. Por força das novas possibilidades tecnológicas, que permitem mais canais de comunicação, pressente-se uma tendência para aquilo que pode ser designado como o microcasting.
O podcasting, como técnica de difusão personalizada de conteúdos, é um exemplo:
Leo Laporte, a talk radio host in Los Angeles and the creator of the hit podcast This Week in Tech, thinks podcasters are changing radio for the better.
“Radio has been moribund for a couple decades, podcasting is reviving this art of radio - it’s a complete renaissance.”
One aspect of this renaissance is “narrowcasting” or “microcasting” - broadcasts targeted at niche audiences.
It is radio that focuses on particular interest groups. Examples include “The Mommycast: a podcast for mommies everywhere”, or “The Good Beer Show”, which offers reviews of micro-brewed beer hosted from a tavern in Indiana.
“We’re talking about a million different niches,” said JD Lassica, a pioneer in the field of citizen-produced media.