“A rádio que temos” é um blogue de João Paulo Meneses, de apoio ao trabalho escrito do 2º ano do doutoramento em comunicação na Universidade de Vigo. Pretende identificar a rádio portuguesa e, já agora, opô-la, a nível de formatos, à rádio de alguma Europa.

Algumas conclusões

March 18, 2006

1) Apenas em duas rádios não há compatibilização entre público e idade da música: Antena 1 e RR, curiosamente (ou não) as duas rádios com um auditório mais envelhecido;

2) Rádios que divulgam mais música actual (2000-2005):
Cidade FM 96 %
Best Rock FM 95%
Antena 3 94% *
Antena 1 72%
Mega FM 71%
RComercial 59%
RFM 57%
RR 29%
RCP 6%
Mais uma vez, a presença da Antena 1 é desproporcionada face ao rácio ouvintes-música e encontra-se à frente a Mega FM

3) Rádios para o mesmo público e com música proporcional:
Público jovem (menos de 34 anos):
- Cidade FM (96 por cento)
- Mega FM (91 por cento)
- Best Rock FM (84 por cento)
- Antena 3 (83 por cento)
- Rádio Comercial (67 por cento)
- RFM (59 por cento)
Nestes dois ultimos casos, a presença do público com menos de 34 anos é maioritária mas não esmagadora, o que abre um perfil diferente para estas duas rádios, que se podem considerar concorrentes, quando analisada a faixa 25-44 (são as únicas que têm mais de metade dos seus ouvintes nesta faixa etária):
- Rádio Comercial 53 por cento
- RFM 62 por cento

Público adulto (mais de 34 anos):
RR (89 por cento)
Antena 1 (88 por cento)
RCP (69 por cento)

* não foi uma quinta-feira (quinta dos portugueses)

Comments »

The URI to TrackBack this entry is: http://osegundochoque.blogsome.com/2006/03/18/algumas-conclusoes/trackback/

No comments yet.

RSS feed for comments on this post.

Leave a comment

Line and paragraph breaks automatic, e-mail address never displayed, HTML allowed: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <code> <em> <i> <strike> <strong>