“A rádio que temos” é um blogue de João Paulo Meneses, de apoio ao trabalho escrito do 2º ano do doutoramento em comunicação na Universidade de Vigo. Pretende identificar a rádio portuguesa e, já agora, opô-la, a nível de formatos, à rádio de alguma Europa.

55 minutos ao volante (EUA)

September 21, 2005

Tied to listening to the same stations for the most part, data gathered over the last five years reveal little change in where people listen to the radio. The lone shift here has been a steady climb in car listening over the past five years. Why? The most likely explanation is cultural. People are driving more. Data from the Department of Transportation’s Bureau of Transportation Statistics indicate that the average driver spends 55 minutes behind the wheel every day“. (nota: 2. The statistics bureau does not have trend data on this figure. But its data do indicate that that 87 percent of people use their personal vehicle, as opposed to public transportation or some other mode of travel, when making daily travel. Daily travel, as the bureau defines it, includes commuting, shopping and errands and social or recreational trips (visiting friends, relatives, etc.). )

A resposta tecnológica da rádio no pós guerra

September 4, 2005

FAUS BELAU, A. La radio. Introducción a un medio desconocido, Latina Universitária, Madrid, 2ª ed., 1981, pág. 83: “(…) el hecho que técnico que revoluciono la radio en los años de los posguerra fue la aparición del magnetófono (…)”; “La generalización de este procedimiento dio lugar a un buen número de câmbios en la estructura de trabajo de las emisoras, y principalmente de las cadenas radiofónicas”. Ao magnetofone junta-se pouco tempo depois (1948), o disco em vinil de 78 rotações, já com mais facilidade de gravação e reprodução. E como lembra Marti i Marti mais três contribuições tecnológicas surgem naquela altura para tentar tirar a rádio da crise de identidade em que se encontra: a aplicação de pilhas nos receptores, o desenvolvimento do FM e a invenção do transístor (Modelos de Programacion… 21). Sem grande sucesso, segundo este autor: “Los avances tecnológicos no conseguierion disimular una profunda crisis de identidad del discurso radiofónico, que no podía ya vincularse solamente a la excepcionalidad informativa de la guerra” (pág. 21)